20 de março de 2012





Quem segura o Cálice?




Mateus 26:36-46




Você já foi chamado a experimentar algum cálice amargo de dor ou perda? está tentando a afastá-lo de si? Talvez você esteja se perguntando: Será que Deus está nessa situação? Se é assim, lembre-se da experiência tenebrosa e angustiante de Jesus e de seu exemplo na noite em que foi traído.


Nunca devemos nos esquecer de que Jesus era Deus-Homem, com as duas naturezas, a divina e a humana. Portanto, ele sentiu de antemão o horror da agonia da crucificação e a dura prova de ver os pecados do mundo acumulados sobre sua alma sem pecado. E, o pior de tudo, ele estremeceu com a idéia de ser abandonado pelo Pai celestial. Por isso implorou: "Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice" (Mateus 26:39). Todavia, depois disso ele disse em submissão confiante: "Acaso não haverei de beber o cálice que o Pai me deu?" (João 18:11). Ele sabia que a mão que seguraria o cálice nos seus lábios, para a nossa redenção, não seria a mão de Judas nem de Caifás ou Pilatos. Seria a mão de seu pai amoroso, com a intenção de redimir nossa raça humana perdida.


Maravilhados com o mistério de tal amor, tomamos nossa posição no Calvário. Cremos que qualquer cálice que bebermos estará sendo seguro aos nossos lábios pelo Pai de amor e sabedoria insondáveis. Nossa oração é de submissão confiante, porque cremos que mesmo o cálice mais amargo da vida está nas mãos do Pai celestial.




* Aprendemos a lição da confiança na escola da provação.





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